Notícias do CoinDesk, analistas apontam que os fatores que impulsionam a alta do Bitcoin incluem: 1)Aderência dos ETFs — moderada: testes em tempo real indicam saídas de US$ 5,4 bilhões desde o início do ano; pela primeira vez houve saída líquida no primeiro semestre. Cerca de 80% dos influxos do pico resistiram a um recuo de -54%. Nos últimos 3 dias, houve uma reversão de US$ 510 milhões; o $IBIT liderou no segundo dia 2)Mais clareza por meio de aprovações — moderada (cerca de 48-50%): a Citi fixou preço-alvo de US$ 1,43 milhão; a S&P, de US$ 1,5 milhão, ambos condicionados a aprovação 3)Aprofundamento como ativo tradicional de garantia — moderado: em atualização, a Morgan Stanley, Goldman Sachs e Citi estão construindo ETFs/ custódia/ empréstimos de Bitcoin independentemente da clareza 4)Alocação soberana — baixa: o governo dos EUA historicamente mais amigável ainda não conseguiu superar a neutralidade orçamentária do orçamento 5)Atualização pós-quantum — baixa, no longo prazo. No curto prazo, não há correlação com precificação.
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