O que parece uma cena de um filme de desastre se tornou realidade no Nepal.
Em 26 de agosto, um enorme deslizamento de gelo glacial, rochas e detritos no Himalaia, perto da fronteira entre o Nepal e o Tibete, provocou inundações repentinas catastróficas. Centenas morreram e milhares continuam desaparecidos.
Satélites registraram o deslizamento e suas consequências. Mas, nas montanhas remotas, o desastre avançou rápido demais. O problema não foi simplesmente a falta de tecnologia. A observação não se transformou em previsão, alerta, comunicação e tempo suficiente para que as pessoas escapassem.
Como alguém que trabalha com tecnologia, isso pesa muito sobre mim.
Falamos sobre modelos de IA maiores, computação mais rápida e chegar mais longe no espaço. Mas quanto dessa inteligência e desse capital chega aos lugares onde alguns minutos de alerta poderiam significar um amanhã para mais alguém?
Nenhuma tecnologia pode evitar todos os desastres. Mas conexões melhores entre satélites, previsões baseadas em IA, sensores nas montanhas, comunicações resilientes, alertas locais e planos de evacuação poderiam dar a mais pessoas uma chance.
O progresso tecnológico não deve ser medido apenas pelo quão longe podemos chegar.
Ele também deve ser medido por sua capacidade de ajudar aqueles que estão nos lugares mais vulneráveis a sobreviver hoje e ver o amanhã.
Minhas mais profundas condolências às vítimas, suas famílias e todos que ainda esperam por alguém que amam.
Que ajuda, solidariedade e esperança cheguem a eles o mais rápido possível. $TOWN
Em 26 de agosto, um enorme deslizamento de gelo glacial, rochas e detritos no Himalaia, perto da fronteira entre o Nepal e o Tibete, provocou inundações repentinas catastróficas. Centenas morreram e milhares continuam desaparecidos.
Satélites registraram o deslizamento e suas consequências. Mas, nas montanhas remotas, o desastre avançou rápido demais. O problema não foi simplesmente a falta de tecnologia. A observação não se transformou em previsão, alerta, comunicação e tempo suficiente para que as pessoas escapassem.
Como alguém que trabalha com tecnologia, isso pesa muito sobre mim.
Falamos sobre modelos de IA maiores, computação mais rápida e chegar mais longe no espaço. Mas quanto dessa inteligência e desse capital chega aos lugares onde alguns minutos de alerta poderiam significar um amanhã para mais alguém?
Nenhuma tecnologia pode evitar todos os desastres. Mas conexões melhores entre satélites, previsões baseadas em IA, sensores nas montanhas, comunicações resilientes, alertas locais e planos de evacuação poderiam dar a mais pessoas uma chance.
O progresso tecnológico não deve ser medido apenas pelo quão longe podemos chegar.
Ele também deve ser medido por sua capacidade de ajudar aqueles que estão nos lugares mais vulneráveis a sobreviver hoje e ver o amanhã.
Minhas mais profundas condolências às vítimas, suas famílias e todos que ainda esperam por alguém que amam.
Que ajuda, solidariedade e esperança cheguem a eles o mais rápido possível. $TOWN


















