Os projetos de criptomoedas começaram a se expandir apenas após 2020. Desde então, surgiram aplicações mais diversificadas e inovadoras. Ainda assim, o mercado cripto é altamente volátil, com riscos e oportunidades coexistindo. Desenvolver um modelo próprio de análise fundamentalista permite tomar decisões de investimento de forma mais disciplinada. Como o investimento em cripto envolve alto risco e potencial de retorno elevado, um modelo de análise bem elaborado aprimora sua estratégia de investimento e negociação. É comum ouvir que “um dia em cripto equivale a dez anos no mercado financeiro tradicional”. Isso porque a regra de “limite de alta e de baixa” no mercado de ações limita tanto lucros excessivos quanto perdas ampliadas. Quando a variação de preço excede o limite, ocorre a interrupção das negociações. No mercado cripto, ainda em desenvolvimento, não há limite para preço nem para horário de negociação. A negociação pode ocorrer a qualquer minuto. Mas o potencial de lucro significativo sempre vem acompanhado de riscos elevados. Diante disso, existem formas ideais, previstas em lei, para que investidores tomem as melhores decisões de investimento?
No mercado financeiro tradicional, investidores precisam tomar decisões diante das mudanças de mercado. Cada decisão adequada depende da adoção de métodos de análise apropriados. Basicamente, existem três tipos de análise: fundamentalista, técnica e de custo de posição. A análise fundamentalista no mercado de ações tradicional busca avaliar a situação financeira e a lucratividade de uma empresa por meio da análise de três demonstrativos financeiros e quatro indicadores-chave, determinando assim se ela merece investimento de longo prazo.
Os três demonstrativos financeiros são: demonstração de resultados (para identificar se a empresa tem lucro líquido), balanço patrimonial (para verificar ativos e passivos) e fluxo de caixa (para saber quanto dinheiro líquido a empresa realmente possui).
Os quatro indicadores incluem: Lucro por Ação (EP), que mostra o lucro gerado por cada ação; Índice Preço/Lucro (PE), que estima em quanto tempo a ação atinge o ponto de equilíbrio; e o Índice Preço/Valor Patrimonial (PB), que calcula a margem bruta operacional e avalia se o preço da ação está justo.
Em resumo, a análise fundamentalista é o método mais relevante utilizado por investidores para avaliar se um ativo está acima ou abaixo do valor justo, tanto no mercado de ações tradicional quanto no mercado emergente de criptomoedas.
Diferentemente das empresas listadas em bolsa, projetos cripto não divulgam demonstrativos financeiros trimestrais. Por isso, os principais relatórios e indicadores do mercado tradicional não se aplicam ao universo cripto.
Como as criptomoedas são descentralizadas, não existe uma métrica universal para todo o setor. Informações que parecem confiáveis podem ser falsas, então é essencial identificar dados reais e checar a confiabilidade das fontes. Tanto contas no Twitter quanto grupos no Telegram podem divulgar notícias não verificadas, e até o aumento de endereços ativos na blockchain pode ser dado fraudulento.
Quais, então, são os indicadores e ferramentas mais adequados, aliados às notícias de mercado, para realizar uma análise fundamentalista eficaz e apoiar a tomada de decisão no mercado cripto?
A seguir, detalhamos as três principais métricas, três indicadores-chave, ferramentas analíticas e notícias de mercado relevantes para a análise fundamentalista de criptomoedas.
Métricas on-chain são dados utilizados para analisar a blockchain como indicador de tendências de mercado. Coletar dados de um único nó é demorado e trabalhoso. Investidores podem recorrer a sites especializados em decisões de investimento ou obter informações via APIs (Application Programming Interfaces).
Número de transações
Serve como métrica simples para avaliar a atividade de rede. Ao monitorar as transações em determinado período, é possível acompanhar a evolução do número de transações. No entanto, nem todos os dados são autênticos, pois podem ser inflados por transferências entre carteiras de um mesmo investidor. Atenção à possibilidade de fraude nos dados.
Volume de transações
Diferente do número de transações, o volume representa o valor total negociado em um período. O volume total on-chain resulta do número de transações multiplicado pela quantia de cada transação.
Endereços ativos
São endereços da blockchain que realizam operações em um período específico. O método mais comum para identificar endereços ativos é somar, em intervalos regulares, os endereços de envio e recebimento de cada transação on-chain.
Taxa de transação paga
Se a blockchain estiver congestionada e as transações demorarem, é possível acelerar o processo aumentando a taxa paga; se a rede estiver fluindo normalmente, pode-se economizar na taxa. A taxa de transação reflete diretamente a demanda dos traders por determinada blockchain: quanto maior a demanda, mais congestionada a rede e mais alta a taxa.
Taxa de hash (poder computacional) e staking
Na blockchain, é necessário um mecanismo para definir a ordem de operação dos nós da rede. Esse mecanismo, baseado no poder computacional dos nós, é chamado de algoritmo de consenso, fundamental para a estabilidade e segurança da blockchain.
O Proof of Work (PoW) é um dos algoritmos mais comuns. No Bitcoin, utiliza-se a taxa de hash, que representa o poder computacional total dedicado à mineração ou ao processamento de transações. As transações são encadeadas e imutáveis. No ataque de 51%, por exemplo, hackers precisariam controlar mais de 51% dos nós para adulterar dados. Quanto maior a taxa de hash, maior a dificuldade desse ataque.
O Proof of Stake (PoS) é outro algoritmo comum, baseado no staking de ativos para participar da validação de blocos. Preferências de mercado podem ser observadas pelo volume de ativos em staking.
Métricas de projeto avaliam o desempenho da equipe e os resultados do projeto sob diferentes aspectos.
Whitepaper
O whitepaper é equivalente ao prospecto de uma ação, mas foca em informações técnicas e de pesquisa sobre o projeto, explicando funcionamento, visão e alocação inicial de recursos. Um whitepaper abrange:
Equipe
A maioria das equipes divulga informações dos membros no GitHub, facilitando o acesso. O GitHub é amplamente utilizado por desenvolvedores, pois permite o compartilhamento público de arquivos e dados. Assim, é possível avaliar as competências da equipe e checar históricos, inclusive eventuais antecedentes negativos, analisando experiências anteriores e notícias relacionadas.
Concorrentes
Com base no whitepaper e na equipe, é possível comparar o projeto com concorrentes de aplicações similares, analisando múltiplos indicadores para avaliar se o projeto é facilmente substituível.
Tokenomics e distribuição inicial
É importante verificar se o token tem casos de uso concretos, como funciona o fluxo de caixa, entre outros pontos. O valor real só existe se o token for útil e reconhecido pelo mercado.
Outro fator é a alocação inicial de tokens. Em ICO ou IEO, o whitepaper deve indicar a porcentagem de tokens destinada a fundadores e equipe, além da quantidade disponível para investidores. Em caso de Initial Model Offering (IMO), é possível conferir a evidência do anúncio de mineração divulgado anteriormente.
Em algumas situações, é preciso considerar o princípio da confiança, já que investidores dependem das informações divulgadas pela equipe. Informações ocultas ou falsas representam riscos potenciais.
Diferentemente das ferramentas tradicionais, que avaliam volume, preço e liquidez, as métricas financeiras em cripto focam em mecanismos de incentivo e acordos do protocolo.
Market cap (valor de mercado)
Market cap é calculado pelo número de tokens em circulação multiplicado pelo preço do token. Representa o custo hipotético (sem considerar slippage) para adquirir todos os tokens. Por exemplo, se há 1 milhão de tokens a US$ 1, o market cap é US$ 1 milhão — valor criado do zero. O market cap pode ser distorcido e o token pode perder valor se a demanda cair.
Além do preço, a quantidade de tokens em circulação é incerta, pois tokens podem ser destruídos, perdidos em transferências ou por perda de chaves. Ainda assim, o market cap é amplamente utilizado para estimar o potencial de crescimento da rede. Muitos investidores acreditam que moedas de market cap menor têm maior potencial de valorização do que Bitcoin e Ethereum.
Exemplo de market cap do Bitcoin: preço do BTC de US$ 20.669 e oferta circulante de 19.087.475
Market cap em circulação de aproximadamente US$ 393,9 bilhões (US$ 20.669 x 19.087.475 BTC = 393.907.058.575)

Por CoinMarketCap
Liquidez e volume de negociação
Liquidez é a velocidade de movimentação dos ativos. Mercados com alta liquidez permitem comprar ou vender ativos rapidamente e a preços justos; com baixa liquidez, a negociação pode não refletir um preço eficiente.
O volume de negociação é um indicador útil para medir liquidez. Gráficos mostram o volume negociado e o valor das negociações em períodos específicos. A liquidez permite identificar preferências de mercado.

Lista de mercados e pares de negociação da Gate.com por volume | Coinranking
Mecanismo de oferta
O mecanismo de oferta é fundamental no tokenomics. Oferta máxima, circulação e taxa de inflação afetam indiretamente o preço. Se o número de tokens aumenta e a demanda permanece estável, o preço tende a cair.
Com o tempo, alguns tokens reduzem a emissão de novas moedas e a oferta total para manter o preço. Assim, a oferta pode ser critério para identificar emissões ilimitadas, que levam à inflação, preços baixos e prejudicam o mercado.
(No exemplo a seguir, considere o preço de mercado do token A em US$ 1, oferta circulante de 1.000 e oferta máxima de 10.000.)
Fully Diluted Valuation (FDV)
FDV = oferta máxima do token x preço de mercado atual = 10.000 x 1 = 10.000
FDV serve para estimar o valor de mercado futuro de um projeto. Ou seja, se todos os tokens forem liberados no mercado, o FDV representa o valor potencial ao preço atual.
Market Capitalization (MC)
MC = oferta circulante x preço atual do token = 1.000 x 1 = 1.000
MC reflete o valor de mercado atual de um projeto blockchain, considerando apenas tokens em circulação, sem incluir os bloqueados.
A principal diferença entre FDV e MC é que o FDV inclui o valor dos tokens bloqueados. O MC pode ser usado para medir a demanda de mercado. É uma métrica de oferta: quanto maior a demanda por tokens desbloqueados, maior o preço e, proporcionalmente, o FDV.
Por exemplo, levantar 250.000 com FDV de 5 milhões e vender 5% do FDV após o lançamento. Se apenas 1% estiver em circulação e o MC for 1 milhão, o FDV pode chegar a 100 milhões. Investidores iniciais podem ter retorno de 20 vezes, gerando pressão de venda ao desbloquear tokens. Ou seja, FDV maior que MC no desbloqueio pode causar grandes vendas e quedas bruscas de preço. Isso explica a forte correção do DeFi no último ano, já que muitos projetos foram lançados via financiamento e o preço cai após o desbloqueio dos tokens.
TVL representa os ativos líquidos de protocolos DeFi, ou seja, o total de tokens bloqueados nos pools de capital. Quanto maior o TVL, mais fundos captados e maior o potencial do projeto. É possível monitorar variações de TVL e fluxos de entrada e saída de tokens bloqueados em plataformas como DeFi Llama.
Três indicadores TVL comuns:
Total Value Locked (TVL): quanto maior, melhor para o protocolo DeFi
Market Cap (Mcap) / TVL: quanto menor a proporção, maior o potencial do mercado
Trading Volume (VOL) / TVL: quanto maior a proporção, melhores os retornos
Receita corresponde ao total de taxas pagas pelos usuários, enquanto receita do protocolo é a parte destinada aos holders de tokens. Ao calcular a receita do protocolo, é preciso considerar as estratégias de negócios dos projetos. Exemplificando com NFTs:
Play to Earn: Axie Infinity
Axie Infinity é um jogo blockchain baseado em NFT, lançado pelo estúdio vietnamita Sky Mavis em 2018. Usuários ganham tokens de governança ao competir e completar tarefas, impulsionando o modelo Play-to-Earn (P2E). Segundo o CryptoSlam, as vendas do Axie Infinity superaram US$ 1 bilhão, tornando-o o primeiro jogo blockchain NFT a ultrapassar essa marca. A receita de NFTs é o principal pilar do projeto.
100% da receita do protocolo Axie Infinity vai para holders de tokens. Assim, receita e valor do token variam na mesma proporção. Ao comparar receita do protocolo ou índice P/L, é essencial entender o funcionamento do projeto.
O modelo P2E ganhou força em jogos NFT, nos quais jogadores acumulam recompensas NFT e podem converter os ativos em dinheiro real.
Move to Earn: STEPN
O jogo STEPN utiliza o modelo de duplo token + NFT do Axie Infinity. Conta com dois tokens, sistema de reprodução e energia, incluindo GST (Green Satoshi Token), GMT (Green Metaverse Token) e tênis NFT.
STEPN conecta o Web3 ao mundo real, permitindo que usuários ganhem dinheiro correndo com tênis virtuais.
Os fundadores desenharam o conceito do projeto em uma noite. Nesse modelo, holders de tênis NFT podem ganhar recompensas ao cumprir desafios de corrida. Pouco após o lançamento, STEPN ficou em quarto lugar no Solana Ignition Hackathon Gaming Track e recebeu US$ 5 milhões em aporte seed liderado pela Sequoia, em dezembro de 2021.
No início de abril, STEPN reportou US$ 26 milhões em receita no primeiro trimestre. São mais de 1 milhão de downloads globais do app, valor de mercado estimado em US$ 1 bilhão e investimentos da Binance. Segundo dados on-chain da Dune, cerca de 4.000 a 5.000 pares de tênis NFT eram criados diariamente na última semana de abril.
Em maio de 2022, STEPN registrou 800.000 usuários ativos diários e 3 milhões mensais. Segundo o TechCrunch, a receita diária da plataforma é de US$ 3 milhões a US$ 5 milhões, com receita mensal de até US$ 10 milhões.
Os dados mostram receita expressiva do protocolo STEPN, superando outras empresas unicórnio em DeFi, GameFi e Web3. No início, GMT também teve excelente desempenho, valorizando 40 vezes em 50 dias, de US$ 0,1 em 10 de março para US$ 4 em 30 de abril. Os fundamentos do protocolo são sólidos e o entusiasmo dos investidores impulsionou o preço do token. É um exemplo relevante. Contudo, após o Fed anunciar alta de juros, o capital especulativo saiu, a tendência mudou, MAU caiu e o preço do GMT recuou.
Olhando apenas para fundamentos, pode ser uma boa oportunidade de compra, mas o ponto de venda é difícil de determinar. Além da análise fundamentalista, estratégias de entrada e saída e disciplina na negociação são essenciais.

Os detalhes das transações são públicos em blockchains. Entre os principais exploradores, o Etherscan, dedicado à Ethereum, permite rastrear e visualizar o fluxo de fundos de cada transação on-chain.
No exemplo do token SHIBA INU, é possível visualizar a alocação dos tokens, endereços das carteiras dos holders, oferta total e número total de holders.
Token Terminal padroniza dados de criptomoedas com base em indicadores do mercado de ações tradicional, facilitando a análise do valor de blockchains e aplicações descentralizadas. Entre as métricas disponíveis estão: market cap total, market cap circulante, índice preço/vendas, índice preço/lucro, volume de negociação, TVL, volume total de commodities, receita, receita do protocolo (para holders), custos, despesas, receita total, entre outros. A plataforma oferece dados originais e baixáveis, permitindo análises rápidas e precisas com filtros e múltiplas opções de visualização.
No exemplo do Axie Infinity, é possível visualizar market cap total, circulante, índice preço/lucro e volume de negociação, possibilitando análise competitiva e multi-métrica de projetos similares.
Dune Analytics é uma plataforma gratuita e poderosa de análise de blockchain, permitindo extrair dados da Ethereum por SQL, copiar scripts de outros usuários ou pesquisar tokens diretamente. Os dados permitem criar gráficos visuais, facilitando a busca e a apresentação dos resultados.
No exemplo a seguir, é possível usar o Dune para consultar e visualizar o número de novos usuários do STEPN por dia e gráficos de tendência de preço em períodos definidos.
Incluem todas as notícias que impactam o mercado positiva ou negativamente. No mercado econômico real, o ambiente geral afeta tanto o mercado de ações quanto as criptomoedas, devido ao fluxo de capitais. Entre os fatores que influenciam o mercado cripto estão grandes atualizações, listagens em exchanges e falhas em contratos. O ciclo de halving do Bitcoin a cada quatro anos é o evento mais marcante, pois cada halving inicia um novo ciclo de reversão de tendência, servindo de referência para todo o mercado.
[Ciclo de halving do Bitcoin a cada quatro anos]
Lançamento do Bitcoin: 3 de janeiro de 2009 Recompensa por bloco: 50 BTC
Primeiro halving: 28 de novembro de 2012 Recompensa por bloco: 25 BTC
Segundo halving: 9 de julho de 2016 Recompensa por bloco: 12,5 BTC
Terceiro halving: 12 de maio de 2020 Recompensa por bloco: 6,25 BTC
Quarto halving: previsto para 2024 Recompensa por bloco: 3,125 BTC

Por Trading View
Grandes vendas são menos comuns em mercados de alta, pois investidores com grandes volumes mantêm ativos em carteiras frias. Em mercados de baixa, esses investidores podem vender grandes quantias para evitar perdas. O aumento do saldo em exchanges pode sinalizar possível venda em massa e queda de preços.
É possível consultar transações de grandes carteiras pelo Whale Alert, site de dados e análise, identificando moedas com grandes movimentações. Isso é apenas um sinal para antecipar tendências e não deve ser usado como recomendação direta de investimento.

Por Whale Alert twitter
Prós
Ajuda a identificar pontos de virada de tendência
Facilita o acesso a informações em tempo real e mudanças de tendência
Auxilia na seleção de alvos de investimento adequados
Evita vendas irracionais motivadas por pânico
Contras
Os dados podem ser falsificados
Não há padronização ou informações públicas abrangentes, dificultando a validação de dados reais
Algumas informações fornecidas pela equipe do projeto podem ser ocultas ou falsas
A coleta e análise de dados demandam tempo e esforço
Ferramentas de análise fundamentalista desenvolvidas para o mercado financeiro tradicional não se aplicam ao mercado cripto emergente. Por isso, surgiram diversas ferramentas auxiliares. Todas as informações ficam registradas e públicas na blockchain, devido à sua natureza aberta. Mesmo assim, o uso dessas ferramentas depende de diferentes aplicações para coleta de dados.
Nenhuma plataforma de análise possui fonte de dados totalmente precisa, e notícias podem ser facilmente forjadas, especialmente devido à dispersão global dos investidores cripto, tornando o setor um ponto cego regulatório. Mesmo em caso de disputa, é extremamente difícil recorrer à via judicial.
Atualmente, não há modelos de dados sofisticados nem critérios de avaliação para análise fundamentalista de criptomoedas como no mercado tradicional. Ainda há amplo espaço para evolução das ferramentas. No entanto, se investidores conseguirem tomar decisões eficazes e aumentar as chances de lucro ao analisar fundamentos de projetos e utilizar modelos e critérios melhores, a análise fundamentalista segue como método relevante de avaliação.
Os projetos de criptomoedas começaram a se expandir apenas após 2020. Desde então, surgiram aplicações mais diversificadas e inovadoras. Ainda assim, o mercado cripto é altamente volátil, com riscos e oportunidades coexistindo. Desenvolver um modelo próprio de análise fundamentalista permite tomar decisões de investimento de forma mais disciplinada. Como o investimento em cripto envolve alto risco e potencial de retorno elevado, um modelo de análise bem elaborado aprimora sua estratégia de investimento.





